terça-feira, 29 de novembro de 2011

PERGUNTAS E RESPOSTAS PARA INCIANTES


01 – Como funciona a mediunidade consciente?
O médium capta o fluxo mental do Espírito, gerando idéias e sensações, como se houvesse a intromissão de outra mente em sua intimidade; como se estivesse a conversar com alguém, dentro de si mesmo.
 
02 – Ouve uma voz?
Seria fácil, mas não é bem assim. Idéias surgem, misturando-se com as suas, como se fossem dele próprio.
 
03 – Parece complicado…
E é, sem dúvida, principalmente para médiuns iniciantes, que não distinguem o que é deles e o que é do Espírito. Muitos abandonam a prática mediúnica, em face dessa incerteza, que é perturbadora.
 
04 – Como resolver esse problema?
É preciso confiar e dar vazão às idéias que lhe vêm à cabeça, ainda que pareçam embaralhadas, em princípio. Geralmente a mediunidade é desenvolvida a partir da manifestação de Espíritos sofredores, o que é mais simples. Não exige maior concatenação de idéias ou esforço de raciocínio. Cumpre-lhe, em princípio, apenas exprimir as sensações e sentimentos que o Espírito lhe passa.
 
05 – Qual o conselho para o médium que enfrenta esse impasse?
Sentindo crescer dentro de si o fluxo de sensações e pensamentos, que tomam corpo independente de sua vontade, comece a falar, sem preocupar-se em saber se é seu ou do Espírito. A partir daí o fluxo irá se ajustando. É como o motorista inexperiente na direção de um automóvel. Em princípio há solavancos, mas logo se ajusta.
 
06 – O que pode ser feito para ajudar o médium iniciante?
A participação dos irmãos do Terreiro é importante. O médium, nessa situação inicial, fica fragilizado. Sente-se vulnerável e constrangido. Qualquer hostilidade ou pensamento crítico dos irmãos, revelando desconhecimento do processo, poderá afetá-lo.
 
07 – Seria razoável aplicar passes no médium iniciante, em dificuldade para iniciar a manifestação?
O passe pode ajudar, mas devemos ser econômicos na sua utilização, a fim de evitar condicionamentos. Há médiuns que esperam pela intervenção do Pai, Mãe ou irmão no Santo, aplicando-lhes passes, a fim de iniciar seu trabalho.
 
08 – As manifestações de médiuns iniciantes são, não raro, repetitivas. Como devem agir o Pai ou Mãe e Irmãos no Santo no Terreiro?
Cultivar a compreensão e a boa vontade, considerando que o animismo, a intervenção do próprio médium, é expressivo nessa etapa do desenvolvimento. Aos poucos ele irá se ajustando, aprendendo a distinguir melhor entre suas idéias e as do Espírito.
 
09 – Vemos, com freqüência, médiuns dotados de razoáveis faculdades mediúnicas desistirem do compromisso. Há algum prejuízo?
A sensibilidade mediúnica não funciona apenas nas Giras. Está sempre presente. É na prática mediúnica, com os estudos e disciplinas que lhe são inerentes, que o médium garante recursos para manter o próprio equilíbrio. Afastado, pode cair em perturbações e desajustes.
 
10 – É um castigo?
Não se trata disso. O problema está na própria sensibilidade que, não controlada pelo exercício, situa o médium à mercê de influências negativas, nos ambientes em que circule, e de entidades perturbadas que se aproximam.

11 – Mas esse problema não está presente na vida de todos nós? Não vivemos rodeados de Espíritos perturbados e perturbadores?
Sim, e bem sabemos quantos problemas são decorrentes dessa situação, por total ignorância das pessoas em relação ao assunto. No médium afastado da prática mediúnica é mais sério, porquanto, em face de sua sensibilidade, ele sofre um impacto maior, com repercussões negativas em seu psiquismo.
 
12 – E se o médium, não obstante afastado da prática mediúnica, for uma pessoa de boa índole, caridosa, afável, bem sintonizada?
Com semelhante comportamento poderá manter relativa estabilidade, mas é preciso considerar que a mediunidade não é um acidente biológico. Ninguém nasce médium por acaso. Há compromissos que lhe são inerentes.
 
13 – O médium vem programado para essa tarefa…
Sim. Trata-se de um compromisso assumido na espiritualidade. Há um investimento no candidato à mediunidade, relacionado com estudos, planejamento, adequação do corpo. Tudo isso envolve diligentes cuidados dos mentores espirituais. Imaginemos uma empresa investindo na preparação de um funcionário para determinada função. Depois de tudo, será razoável ele dizer que não está interessado?
 
14- Mas não é contraproducente o médium participar de trabalhos mediúnicos como quem cumpre uma obrigação ou um contrato preestabelecido, temendo sanções?
As sanções serão de sua própria consciência, que lhe cobrará, mais cedo ou mais tarde, pela omissão. Para evitar essa situação é que os médiuns devem estudar a Doutrina, participando de estudos e lendo a respeito da mediunidade, a Doutrina Espírita é a melhor opção para conhecer sobre a mediunidade, mas esta deve ser direcionada pelo Pai ou Mãe no Santo, assim estará assimilando conhecimento e podendo debater a respeito.
 
15 – E se há impedimentos ponderáveis? Filhos a cuidar, cônjuge difícil, profissão, saúde…
Eventualmente isso pode acontecer, por algum tempo. O problema maior, entretanto, está no próprio médium que, geralmente, tenta justificar a sua omissão. Altamente improvável que a espiritualidade lhe outorgasse a mediunidade, sem dar-lhe condições para exercê-la.
 
16 – E quando a participação do médium gera conturbações no lar, a partir de um posicionamento intransigente do consorte?
Lamentável o casamento em que marido ou mulher pretende criar embaraços à atividade religiosa do cônjuge. É inconcebível! Onde ficam o diálogo, a compreensão, o respeito às convicções alheias? De qualquer forma, embora tal situação possa justificar a ausência do médium, não o eximirá dos problemas inerentes à mediunidade não exercitada.
 
17 – É difícil encontrar pessoas que guardam perfeita estabilidade emocional e física. Tem algo a ver com a sensibilidade mediúnica?
Tem tudo a ver. Vivemos mergulhados num oceano de vibrações mentais, emitidas por Espíritos encarnados e desencarnados. Assim como podemos ser contaminados por vírus e bactérias, também sofremos contaminações espirituais que geram alterações em nossos estados de ânimo.
 
18 – Isso explica por que as pessoas tendem a ficar deprimidas num velório e felizes num casamento?
Sem dúvida. O ambiente e as situações exercem grande influência. Lembro-me da morte de Aírton Senna. Provocou imensa comoção popular, até naqueles que não acompanhavam suas proezas no automobilismo. A emoção se expande e pode envolver multidões.
 
19 – Explica, também, as atrocidades cometidas por soldados, numa guerra?
A guerra produz lamentáveis epidemias de maldade, em face de nossa inferioridade. A crueldade tem livre acesso em corações ainda dominados pelos impulsos instintivos da animalidade. Propaga-se com a rapidez de um rastilho de pólvora.
 
20 – No lar parece acontecer algo semelhante, quando as pessoas perdem o controle e se agridem com gritos e palavrões, descendo não raro à agressão física…
Em nenhum outro lugar demonstramos com maior propriedade nossa inferioridade. No lar rompe-se o verniz social. As pessoas mostram o que são. Como não há santos na Terra, conturba-se o ambiente, favorecendo contaminações de agressividade, que envolvem os membros da casa.
 
21 – Como evitar isso?
É preciso desenvolver e fortalecer defesas espirituais, elevando nosso padrão vibratório, sintonizando numa freqüência que nos coloque acima das perturbações do ambiente.
 
22 – Como funciona essa questão da sintonia?
Tomemos, por exemplo, as ondas hertzianas, nas transmissões radiofônicas. Elas se expandem dentro de freqüência específica. Para ouvir determinada emissora giramos o dial e a sintonizamos. Nossa mente é um poderoso emissor e receptor de vibrações e tendemos a sintonizar com multidões que se afinam mentalmente conosco.
 
23 – Que providências devemos tomar para uma sintonia saudável?
Consideremos, em princípio, que ela é determinada pela natureza de nossos pensamentos. Lembrando o velho ditado “dize-me com quem andas e te direi quem és “, podemos afirmar “dize-me a natureza de teus pensamentos e te direi que influências irás assimilar”.
 
24 – Isso significa que equilíbrio e desequilíbrio, paz ou inquietação, alegria ou tristeza, agressividade ou mansuetude, dependem, essencialmente, de nós?
Exatamente. Embora nossos problemas físicos e psíquicos possam ser amplificados por influências ambientes, a origem deles está em nossa maneira de pensar e agir. Se quisermos o Bem em nossa vida, é fundamental que pensemos e realizemos o Bem.
 
25 – Que livros você indicaria para um iniciante?
É preciso levar em consideração a cultura e a familiaridade da pessoa com a literatura. Se for alguém habituado, com facilidade de concentração, deve ler, inicialmente, O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns e O Evangelho Segundo o Espiritismo. Nessas três obras de Allan Kardec, temos, na mesma ordem, o tríplice aspecto do Espiritismo: Filosofia, Ciência e Religião, estes nasceram não para a Religião Espiritismo e sim para todos que crêem na existência dos espíritos, mas para aceitação inicial da espiritualidade e conhecimento especifico dentro da Umbanda, cabe ao iniciante conhecer Tambores de Angola, Aruanda de Robson Pinheiros, nos dá uma noção da Umbanda no Astral Superior, não esquecendo de forma alguma informar ao seu Pai ou Mãe no Santo, sobre seus estudos, pois este estará disposto a lhe responder futuras dúvidas a respeito de seu estudo, infelizmente a Umbanda ainda não existe um livro que possamos pegá-lo como base de estudo para todos, pois a verdade dos Terreiros de Umbanda é que cada Casa atribui sua Doutrina e esta deve ser respeitada pelo iniciante, damos sempre como base a Doutrina Espírita, pois a mesma nasceu para ensinar a todos sobre a Espiritualidade.
 
26 – O que é o animismo?
Na prática mediúnica é algo da alma do próprio médium, interferindo no intercâmbio. Kardec empregou o termo sonambulismo, explicando, em Obras Póstumas, quando trata da manifestação dos Espíritos, item 46: O sonâmbulo age sob a influência do seu próprio Espírito; sua própria alma é que, em momentos de emancipação, vê, ouve e percebe além dos limites dos sentidos. O que ele exprime, haure-o de si mesmo…
 
27 – O animismo está sempre presente nas manifestações?
O médium não é um telefone. Ele capta o fluxo mental da entidade e o transmite, utilizando-se de seus próprios recursos. Sempre haverá algo dele mesmo, principalmente se for iniciante, com dificuldade para distinguir entre o que é seu e o que vem do Espírito.
 
28 – Existe um percentual envolvendo o animismo na comunicação? Digamos, algo como quarenta por cento do médium e sessenta por cento do Espírito?
Se o animismo faz parte do processo mediúnico, sempre haverá um porcentual a ser considerado, não fixo, mas variável, envolvendo o grau de desenvolvimento do médium. Geralmente os iniciantes colocam mais de si mesmos na comunicação. Quando experientes, tendem a interferir menos.
 
29 – Pode ocorrer uma manifestação essencialmente anímica, sem que o próprio médium perceba?
É comum acontecer, quando está sob tensão nervosa, em dificuldade para lidar com determinados problemas de ordem particular. As emoções tendem a interferir e ele acaba transmitindo algo de suas próprias angústias, em suposta manifestação.
 
30 – Seria uma mistificação?
Não, porque não há intencionalidade. O médium não está tentando enganar ninguém. É vítima de seus próprios desajustes e nem mesmo tem consciência do que está acontecendo.
 
31 – E o que deve fazer o Pai/Mãe no Santo quando percebe que um Filho no Santo está entrando nessa faixa?
É preciso cuidado. O Pai/Mãe no Santo menos avisado pode enxergar animismo onde não existe. Se a experiência lhe disser que realmente está acontecendo, deve conversar com o médium, em particular, saber de seus problemas e encaminhá-lo às giras de desenvolvimento e ou tratamento espiritual. Toda a atenção dos Pais/Mães no Santo devem ser direcionada a este Filho e estar atento a esta mediunidade, é comum percebermos que pela ignorância (do saber) é mais fácil deixá-lo de lado, ou ainda excluí-lo do corpo mediúnico, muitas das vezes estes são execrados dos Terreiros, não por ser um animista e sim pelo desconhecimento do Pai/Mãe no Santo sobre o assunto. Se persistir o problema, o médium deve ser orientado a participar das giras como suporte, auxiliando nos trabalhos.
 
32 – Quando é que o Pai/Mãe no Santo deve preocupar-se com o animismo?
Quando ocorre a manifestação de um espírito que se diz orientador. É preciso passar o que diz pelo crivo da razão, distinguindo não apenas um possível animismo, mas, também, uma mistificação do Espírito comunicante.
 
33 – O médium que se sinta enfermo deve resguardar-se, deixando de comparecer à gira?
Depende do tipo de problema que esteja enfrentando. Se fortemente gripado, febril, é conveniente que se ausente, resguardando também os irmãos, que podem contrair seu mal. Mas há sintomas físicos e psíquicos que apenas revelam a proximidade de Espírito sofredor, não raro trazido pelos mentores espirituais para um contato inicial, a favorecer a manifestação.
 
34 – Nesse caso, mesmo não se sentindo bem, o médium deve comparecer?
Sim, porque o que está sentindo é parte de seu trabalho, exprimindo as angústias e sensações do Espírito, relacionadas com a doença ou os problemas que enfrentou na vida física.
 
35 – Isso significa que uma dor na perna, por exemplo, pode ter origem espiritual?
É comum. Acontece principalmente com o médium que tem sensibilidade mais dilatada. Ao transmitir a manifestação de um Espírito que desencarnou por problema circulatório, cuja perna gangrenou, tenderá a sentir dor semelhante, não raro antes da reunião, devido à aproximação da entidade.
 
36 – Ocorre o mesmo em relação às emoções?
É freqüente. Sintonizado com o Espírito, o médium capta o que vai em seu íntimo. Se a entidade sente-se atormentada, aflita, tensa, nervosa ou angustiada, experimentará algo dessas emoções.
 
37 – E se o médium, imaginando que esses sintomas físicos e emocionais estão relacionados com seus próprios problemas, decide não comparecer à reunião?
Se alguém nos confia um doente para levá-lo ao hospital, e decidimos instalá-lo em nossa casa, assumiremos o ônus de cuidar dele. Certamente nos dará muito trabalho, principalmente se for um doente mental.
 
38 – É possível que essa ligação com entidades perturbadas ocorra independentemente da iniciativa dos mentores espirituais?
É o que mais acontece. Vivemos rodeados por Espíritos destrambelhados, sem nenhuma noção da vida espiritual, que se agarram aos homens, como náufragos numa tábua de salvação. Nem é necessário ter mediunidade ostensiva. Todos estamos sujeitos a sofrer essa influência.
 
39 – Digamos que o médium receba influência dessa natureza na segunda-feira e só comparecerá ao Terreiro no sábado. Sofrerá durante a semana toda?
Com a experiência e a dedicação ao estudo ele aprenderá a lidar com esse problema, cultivando a oração e dialogando intimamente com a entidade que, com o concurso de mentores espirituais, será amparada.
 
40 – Devemos informar a esse respeito pessoas que procuram o Terreiro, perturbadas por tais aproximações?
É preciso cuidado. Pessoas suscetíveis, que guardam idéias equivocadas, relacionadas com influências demoníacas, podem apavorar-se. Nunca mais porão os pés no Terreiro.
 

Retirado do Livro: MEDIUNIDADE – TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER  
por:RICHARD SIMONETTI

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Umbanda, meu caminho


Não direi mais "não posso", pois Ogum me trará a persistência,
Determinação e tenacidade para conseguir.

Não direi mais "não tenho", pois Oxossi me dará a energia vital
para trabalhar e obter.

Não direi mais "não tenho fé", porque Omulu me ensinará
a compreender e aceitar meu karma.

Não direi mais "sou fraco", porque Oxum me trará equilíbrio emocional,
Iemanjá a auto-estima e Iansã clareza de raciocínio
para que eu entenda as minhas limitações.

Não direi mais "não sei", pois Xangô me trará o conhecimento,
para que eu o use com discernimento e justiça.

Não direi mais "estou derrotado", porque aprendi com cada entidade
da Umbanda que nada supera a força de sermos filhos de Deus.

Não direi mais "estou perdido", pois encontrei a Umbanda,
que com a luz do amor e da caridade,
iluminou minha alma e me deu um caminho.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Parabéns Umbanda

Em 15 de novembro de 1908, compareceu a uma sessão da Federação Espírita, em Niterói, então dirigida por José de Souza, um jovem de 17 anos de tradicional família fluminense. Chamava-se ZÉLIO FERNANDINO DE MORAES. Restabelecera-se, no dia anterior, de moléstia cuja origem os médicos haviam tentado, em vão, identificar. Sua recuperação inesperada por um espírito causara enorme supressa. Nem os doutores que o assistiam nem os tios, sacerdotes católicos, haviam encontrado explicação plausível. A família atendeu, então, à sugestão de um amigo, que se ofereceu para acompanhar o jovem Zélio à Federação.
Zélio foi convidado a participar da Mesa. Zélio sentiu-se deslocado, constrangido, em meio àqueles senhores. E causou logo um pequeno tumulto. Sem saber por que, em dado momento, ele disse: "Falta uma flor nesta casa: vou buscá-la". E, apesar da advertência de que não poderia afastar-se, levantou-se, foi ao jardim e voltou com uma flor que colocou no centro da mesa. Serenado o ambiente e iniciados os trabalhos, manifestaram-se espíritos que se diziam de índios e escravos. O dirigente advertiu-os para que se retirassem. Nesse momento, Zélio sentiu-se dominado por uma força estranha e ouviu sua própria voz indagar por que não eram aceitas as mensagens dos negros e dos índios e se eram eles considerados atrasados apenas pela cor e pela classe social que declinavam. Essa observação suscitou quase um tumulto. Seguiu-se um diálogo acalorado, no qual os dirigentes dos trabalhos procuravam doutrinar o espírito desconhecido que se manifestava e mantinha argumentação segura. Afinal um dos videntes pediu que a entidade se identificasse, já que lhe aparecia envolta numa aura de luz.
Se querem um nome - respondeu Zélio inteiramente mediunizado - que seja este: eu sou o CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS, porque para mim não haverá caminhos fechados.
E, prosseguindo, anunciou a missão que trazia: estabelecer as bases de um culto, no qual os espíritos de índios e escravos viriam cumprir as determinações do Astral. No dia seguinte, declarou ele, estaria na residência do médium, para fundar um templo, que simbolizasse a verdadeira igualdade que deve existir entre encarnados e desencarnados.
Levarei daqui uma semente e vou plantá-la no bairro de Neves, onde ela se transformará em árvore frondosa.
No dia seguinte, 16 de novembro de 1908, na residência da família do jovem médium, na Rua Floriano Peixoto, 30 em Neves, bairro de Niterói, a entidade manifestou-se pontualmente no horário previsto - 20 horas.
Ali se encontravam quase todos os dirigentes da Federação Espírita, amigos da família, surpresos e incrédulos, e grande número de desconhecidos que ninguém poderia dizer como haviam tomado conhecimento do ocorrido. Alguns aleijados aproximaram-se da entidade, receberam passes e, ao final da reunião, estavam curados. Foi essa uma das primeira provas da presença de uma força superior.
Nessa reunião, o CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS estabeleceu as normas do culto, cuja prática seria denominada "sessão" e se realizaria à noite, das 20 às 22 horas, para atendimento público, totalmente gratuito, passes e recuperação de obsedados. O uniforme a ser usado pelos médiuns seria todo branco, de tecido simples. Não se permitiria retribuições financeiras pelo atendimento ou pelos trabalhos realizados. Os cânticos não seriam acompanhados de atabaques nem de palmas ritmadas.
A esse novo culto, que se alicerçava nessa noite, a entidade deu o nome de UMBANDA, e declarou fundado o primeiro templo para sua prática, com a denominação de tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade, porque: "assim como Maria acolhe em seus braços o Filho, a Tenda acolheria os que a ela recorressem, nas horas de aflição".
Através de Zélio manifestou-se, nessa mesma noite, um Preto Velho, Pai Antônio, para completar as curas de enfermos iniciadas pelo Caboclo. E foi ele quem ditou este ponto, hoje cantado no Brasil inteiro: "Chegou, chegou, chegou com Deus, Chegou, chegou, o Caboclo das sete Encruzilhadas".
A partir desta data, a casa da família de Zélio tornou-se a meta de enfermos, crentes, descrentes e curiosos.
Os enfermos eram curados;
os descrentes assistiam as provas irrefutáveis;
os curiosos constatavam a presença de uma força superior;
e os crentes aumentavam dia a dia.
Cinco anos mais tarde, manifestou-se o Orixá Malé, exclusivamente para a cura de obsedados e o combate aos trabalhos de magia negra.
Passados dez anos, o CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS anunciou a Segunda etapa de sua missão: a fundação de sete templos, que deveriam constituir o núcleo central para a difusão da UMBANDA.

Hoje somos muitos no Brasil e no exterior.
Somos todos aprendizes.
Vibrem AMOR.

 Parabéns aos Umbandistas de coração! A todos aqueles que não se escondem com vergonha da religião; aqueles que praticam todos os dias a Umbanda que o nosso amado Caboclo das Sete Encruzilhadas muito humildemente ensinou! A Umbanda é mais que uma religião, é um modo de vida! É uma prática diária de AMOR, CARIDADE e FÉ. É um despertar para a espiritualidade e aceitar uma mudança na nossa caminhada. A TODOS os Umbandistas parabéns pelo caminho tomado até aqui, que possamos seguir neste caminho de fé muitos mais anos. Às nossa amadas Entidades e Espíritos de Luz, um MUITO OBRIGADO por nos revelarem não só esta religião tão linda que é a Umbanda, como também por nos guiarem e nos ajudarem a erguer e a caminhar com a bandeira de Oxalá.

Axé da Umbanda, Paz e Luz, sempre.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011


"A felicidade é como um perfume....
quando você o passa nos outros,
fica um pouco do cheiro em suas mãos."

Mediunidade

 
Uma das maravilhas, uma das “coisas” que mais fascinam e ao mesmo tempo assustam as pessoas em um templo de Umbanda são as incorporações. É o fenômeno mediúnico, a cessão do corpo e da mente de um médium a outra inteligência, a outro espírito. 
 
Mas antes de falarmos propriamente da mediunidade nos terreiros, a mediunidade da Umbanda é preciso conceituar a mediunidade, ou tentar fazê-lo. Nome criado pelo codificador do espiritismo ao trabalhar com o termo meio, intermediário.
 Ou seja, o médium é o intermediário, aquele que percebe, que capta, que sente a presença das energias, dos espíritos desencarnados, ou melhor, de espíritos, de seres e de energias de outros planos astrais. 


Como se pode observar a mediunidade apesar de assim determinada por Kardec no final do século XIX é fenômeno muito mais antigo, sendo provavelmente tão antigo quanto a existência da vida em nosso planeta. Os profetas do antigo testamento, Jesus Cristo, Moisés, Buda, Confúcio, e tantos outros personagens de nossa história com certeza são exemplos de médiuns. 

Isto nos traz uma indagação: existe alguém que de uma forma ou de outra não tenha alguma interação, ou que não sofra nenhuma influência de outros planos, dos espíritos, para não ser considerado médium? 

Certamente que a resposta será negativa. De uma forma ou de outra sempre seremos influenciados, e sentiremos a presença de outras energias e espíritos, por isso que se fala que todos os seres humanos são médiuns. 

Mas, você poderá perguntar: “se todos somos médiuns, todos poderemos trabalhar com a nossa mediunidade? Receber espíritos? Nos comunicarmos com eles de forma direta e inteligível?” E é neste ponto que precisamos fazer uma diferença. 

Existirão aqueles em que suas mediunidades serão afloradas de uma tal forma que, seja por meio da incorporação, da visão, da escrita, da intuição, etc., ele ou ela poderão traduzir a vontade, as palavras, a força, as necessidades dos seres de outros planos astrais, e assim dos desencarnados (espíritos que já estiveram encarnados) de uma forma inteligível, e outros não conseguirão assim proceder. Assim digo que os médiuns que por uma das diversas formas de mediunidade possam expressar o pensamento de outros seres de outros planos são os médiuns de trabalho. 

Isto não quer dizer em hipótese nenhuma que esses médiuns de trabalho possuem um dom, uma dádiva. Pois a mediunidade não é um presente, uma benesse divina para alguns escolhidos. 

É sim uma faculdade que Deus por meio dos Orixás dá a alguns indivíduos para que por meio desta faculdade possam resgatar suas dívidas, ao mesmo tempo em que levam a vontade e a força dos Orixás, que permitem que espíritos menos evoluídos possam receber ajuda e energias divinas. Ou seja, ser médium não faz de ninguém um ser melhor, não é o mais especial, ou o mais abençoado, é um espírito igual a todos, e como todos, deve buscar um caminho para abdicar de suas vaidades, orgulhos e de seu egoísmo. É um ser que dentre inúmeras ferramentas que os Orixás nos dão, recebe a ferramenta chamada mediunidade. 

Mas, ao mesmo tempo em que não é um dom, com certeza é uma responsabilidade, pois deverá fazer bom uso de sua faculdade. Se a mediunidade é um instrumento, uma ferramenta cabe a nós, médiuns, utilizá-la com muita fé, amor e responsabilidade.
Seguindo nossa abordagem sobre este tema tão interessante, é preciso darmos ao menos uma pincelada sobre os tipos de mediunidade. 

A mediunidade poderá se manifestar de inúmeras formas, ou seja poderemos perceber e entender a atividade mediúnica das seguintes maneiras: 

a) A intuição, a mais primária e primordial manifestação da mediunidade. A intuição é quando captamos de uma outra inteligência de uma outra mente que não a nossa alguma informação ou aviso. É aquela voz que se forma no fundo de nossas mentes, uma idéia relâmpago, que do nada surge, mas que sabidamente parece que nos foi assoprada. Um exemplo da intuição se deu comigo: em uma ocasião eu e minha esposa, na época minha namorada, estávamos parados no sinal vermelho em uma ladeira. Um pouco antes do sinal abrir veio uma vontade de deixar o carro descer de ré a ladeira, e assim o fiz. Parei, e como se algo me dissesse demorei alguns segundos para arrancar o carro quando o sinal abriu. Mas foi o suficiente para evitar um grave acidente. Um veículo grande furou o sinal em alta velocidade. Se eu não tivesse deixado o carro descer, ou mesmo se arrancasse imediatamente ao ver o sinal verde, muitas coisas estariam diferentes hoje. Saber ouvir e interpretar estes pequenos avisos é um dos grandes desafios de todos nós. Quem não tem uma história parecida que antes de fazer alguma coisa não escutou um aviso e não deu bola e algo aconteceu? 

b) Outra forma da mediunidade é a própria percepção sensorial, a sensibilidade. Ou seja, é a capacidade de sentirmos a presença de outros espíritos, de sentirmos as energias, e que tipo de energias estão naquela localidade naquele momento. É aquela situação em que entramos em uma casa e apesar de tudo estar bonito, organizado, algo nos oprime, nos angustia, pesa em nossos ombros e cabeças. Ou então quando adentramos em local que apesar de estranho, e desajeitado sentimos uma paz, um conforto, uma força positiva nos inundando. Ou então quando vamos ao mar e sentimos sua força, adentramos nas matas, ou adentramos num açougue, numa festa mais radical. Quem percebe estas diferenças possui uma sensibilidade mediúnica.

c) A vidência. Vidência é a capacidade de enxergar, de visualizar os espíritos, seres ou objetos de outros planos. É aquela forma de mediunidade que muitos temem, se apavoram e pedem para não ter com medo de encontrarem em suas camas e quartos outros espíritos. A vidência é assim a capacidade de visualizar o outro plano. Digo visualizar porque a vidência poderá ser mental (formação das imagens, dos espíritos, etc. na mente, não precisando a pessoa estar de olhos abertos) ou então poderá ser expressa pelos olhos físicos, ou seja a pessoa vê, enxerga o outro planos como enxergamos este texto no computador ou no papel. 

d) A clarividência, é assim uma especificidade da vidência, que pode ser entendida como a capacidade de enxergar situações que acontecerão no futuro. 

e) A psicografia, ou a mediunidade da escrita é outra forma. São aqueles momentos em que os médiuns por meio de caneta, lápis e papel e hoje alguns por meio do próprio teclado do computador, conseguem dar vazão a idéias e pensamentos, conseguem descrever situações, orações e acontecimentos ditados por outros seres. 

f) A psicofonia, ou a mediunidade da fala. Ou seja, a mediunidade que se expressa por meio das cordas vocais. O médium descreverá, ou passará os pensamentos dos espíritos por meio de sua fala. 

g) A mediunidade de materialização ou de efeitos físicos, ou seja a capacidade de dar forma visível e palpável a objetos, energias e espíritos de outros planos, ou mesmo a capacidade de desmaterializar, ou seja de fazer com que determinado pedaço de matéria deixe de existir. É a mediunidade usada nas curas físicas, ou nas aparições coletivas. 

h) Ainda existirá a mediunidade das pinturas, composição de músicas, escrita direta, entre outras formas que não são tão usuais na Umbanda. 

i) E é claro a mediunidade de incorporação, que não é o mesmo que psicofonia, pois é a capacidade de se permitir que um espírito use seu corpo (movimentos) e sua fala de uma só vez. A mediunidade de incorporação é a mais usual e facilmente identificada em um terreiro de Umbanda.

Percebam que eu me dirijo a formas de mediunidade e não de médiuns. Não se pode dizer que existam médiuns videntes, médiuns de incorporação, e assim por diante. Médium é médium, poderá sim ter mais facilidade para praticar e exercer uma determinada mediunidade, mas em algumas situações ou em alguns momentos da vida poderá ver surgir outras formas de mediunidade. Pois como ser médium é ser um intermediário, a forma como isto se dará não é o mais importante, e poderá ser alterada durante uma jornada na Terra.
Depois de entendermos que a mediunidade se manifesta e pode ser perceptível de várias maneiras, e entendermos que os médiuns são intermediários, tradutores das mensagens de outros planos astrais, passamos a estudar os tipos de médiuns.
 
Os médiuns podem ser classificados em conscientes, inconscientes e semi-conscientes.
 
Os médiuns conscientes são aqueles que percebem de forma plena tudo enquanto estão em exercício da mediunidade. Assim vão se lembrar do que viram, ouviram, escreveram, etc.. Mesmo durante a incorporação estarão com o pleno domínio de suas faculdades materiais, podendo interferir a qualquer momento na manifestação mediúnica. De uma forma geral todos os médiuns de Umbanda começam suas incorporações de forma consciente. Alguns com o passar do tempo passam a ser semi-conscientes.
 
Os médiuns semi-conscientes são aqueles em que apesar de lembrarem de suas manifestações, perdem em muito a noção de tempo, não têm 100% do domínio de sua fala e corpo. Mas isto não quer dizer descontrole, apenas que os movimentos são feitos e as falas professadas e a escrita realizada de forma simultânea, como se assistissem seu movimentos.
 
Os médiuns inconscientes são aqueles que durante as atividades mediúnicas perdem completamente a consciência, como se dormissem um sono profundo. Não há qualquer vestígio de memória no período da manifestação. Este tipo de médium é muito raro e está fadado a extinção, pois o importante é que o médium durante seu trabalho possa também receber os ensinamentos. Além da garantia que se tem contra as mistificações.
 
Na psicografia e na pintura/escultura mediúnica poderá ainda existir outra forma de médiuns que são os médiuns mecânicos, que apesar de manterem sua consciência estarão escrevendo ou pintando sem sequer ter noção do que estão fazendo. É como se os braços ou pés se movimentem sem a vontade mental do médium.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Pontos Riscados

Os pontos cabalísticos riscados com Pemba de calcário representam uma grafia de projeção bidimensional de símbolos que se revestem de todo poder mágico, que as forças cósmicas lhe oferecem. Muitos tentaram, mas não conseguiram mostrar os fundamentos ocultos da lei de Pemba, ou dos pontos riscados. É por isso que não se pode copiar e nem interpretar tais pontos. Para o Umbandista, o ponto riscado é um instrumento para os trabalhos magísticos efetuados para entidades, afinal de contas ele possui um grande significado e valor mágico. No entanto, não são só os pontos que movimentam a magia, depende muito do poder e do conhecimento do mago, como também da outorga.

Na verdade é o selo, o cartão de visitas, a identificação, o brasão e bandeira da entidade. É uma espécie de campo de força onde o instrumento utilizado pela entidade em seu efetivo campo de trabalho é a Pemba. E esta maneja as forças de sorte a lhe conferir afinidade com a entidade, identificado a quem ela se subordina, nem como os seus domínios ao ser usado para riscar o ponto. Mas, voalto a lembrar que nem todo mundo está apto a utilizá-los. Não basta conhecer os traçados da magia de pemba, os simbolos e as entidades. Antes temos que observar as épocas, as luas, as configurações do céu e ter prudencia, para seguir as ordens do Astral Superior.

Os antigos magos, não faziam como os sacerdotes de hoje, que só se utilizam da magia por meio de sua vontade. Os Ancestrais, consultavam o céu, os oráculos e pedim permissão. Na verdade só evocavam ou invocavam a magia com plena segurança.

Pode-se afirmar que a Pemba e um instrumento sagrado da Umbanda, pois nada pode se fazer com segurança sem os pontos riscados. A Pemba e confeccionada em calcário e modulado em formato ovóide alongado, e serve para, para ao riscar, estabelecer ritualisticamente o contato vibratório com as energias cósmicas. Os pontos riscados são verdadeiros códigos registrados e sediados ao mundo espiritual, eles identificam poderes, tipos de atividades, e os vínculos iniciáticos da falange. Quando são traçados sem conhecimentos de causas, não projetam sua grafia luminosa e não passam de rabiscos inócuos. Como podemos ver, os pontos riscados é magia, então para se utilizar deles é necessário o devidos conhecimentos.

Muitos pais de santo novatos, usam riscos, formas geométricas sem se preocupar se estão realmente em conformidade com o Alfabeto Sagrado. Também não se importam com a ética, com a missão e com a real essência dos Odús.

Riscar um ponto de traz para frente é inverter ou perverter a força da magia. Então não basta ver um ponto no livro para risca-lo sem o devido conhecimento. O mau uso do ponto riscado pode levar as conseqüências imprevisíveis, comparáveis as de um leigo em assuntos de eletricidade, entrando numa casa de forças e pondo-se a manejar as chaves ou embaralhar os fios, com o que acabara de provocar curtos circuitos, incêndios e eletrocussões em si e nos outros.

Um ponto riscado pode ser usado, dependendo do trabalho ou cerimônia a ser realizada, utilizando Pemba, marrafo (pinga) Fundanga (pólvora) Azeite, com o ponteiro na areia ou ate mesmo mentalmente, o que requer muita prática. Mas lembre-se: só se utiliza a pólvora ou pinga com autorização superior. Outro símbolo também muito conhecido e adotado como símbolo de alta magia é a conhecida estrela de Davi, ou a estrela de seis pontas, que hoje sabemos através do conhecimento revelados aos Umbandistas, tratar-se da estrela do equilíbrio, ou seja, estrela do trono da justiça de Deus, que o nosso divino pai Xangô-yê.

Mutas coisas podem amplificar e movimentar a energia de um ponto riscado, entre eles estão os pontos cantados, as pronuncias magias e o uso dos elementos em sincronia com o ponto como um todo. Assim velas, pedras, incensos e elementos afins com a magia são amplicadores e movimentadores.

É interessante também observar que, quando um filho de Umbanda se apresenta perturbado dentro de um templo, muitas vezes notamos o Babalorixá cruzar seu corpo com Pemba. Isto representa a escrita divida, através da magia para chamar a razão à entidade obsessora, a fim de que ela possa conhecer através deste traçado cabalístico, o seu erro e abandonar este filho que ate então obsidiava. Assim pode-se afirmar sem sombra de dúvida, que sem os pontos riscados nada de poderia fazer com seguranças.

A Lei de Pemba, Grafia Sagrada dos Orixás, é muito ampla e apresenta a necessidade de exposição pessoal e, por sua vez, poderia ser até desastroso pessoas sem "Ordens e Direitos" manipulá-la. Apenas para sua referência, esta grafia são clichês (Yantras), os quais são utilizados pelas entidades e Médiuns Magistas (com a presença ou não de espíritos) para acionarem/projetarem no Plano Astral a movimentação de forças sutÍs com um determinado fim. Se for aplicado de forma incorreta, poderá produzir resultados diferentes daqueles esperados.

O trabalho aplicado de bons mestres como Da Matta, Farias Neto, entre outros, ajudou muito na decodificação da Umbanda. Apesar de não estarmos satisfeitos contribuiu muito para estudiosos como nós. Mas, não cansamos, continuamos em busca de respostas. Uma busca que começou muito antes de Da Matta. Na verdade começou lá atraz, com o Senhor e Mestre Sant Yves.

Na Umbanda, em seus diversos momentos de entendimentos, encontramos várias formas de apresentação desses Yantras, sendo os mais comuns, os de cunho exotérico (externo/aberto), aqueles onde são utilizados estrelas, ondas, flechas, cruzes, luas, etc, que têm os seus resultados em suas aplicações; e, encontramos, também, os de cunho esotérico (interno/fechado) onde são utilizados: direcionamentos, Raízes e chaves, através da grafia Adâmica e afins (leia o Arqueômetro de Saint Yves - Edições em português, espanhol e francês).

Os Guias e nós

O plano Causal é muito elevado e compreende uma dimensão de vibração muito fina, onde você somente poderá existir depois desta vida, quando já tenha harmonizado muitas de suas energias, e evoluído até um estágio elevado. Quando você chega ao nível de fazer um serviço altruísta, como o da canalização para a Humanidade, é que já estás em um caminho de rápida evolução. Os guias te escolheram, devido ao alinhamento entre suas metas e as deles, e também, porque eles te amam.

Alguns de vocês podem escolher canalizar seu EU MAIOR. Este pode lhes dar amor, compaixão, direção espiritual e conselhos sábios. Ambos, seu Guia e seu Eu Superior, estão aqui para ajudar com seu crescimento, impulsionar-te para cima e guiar-te para conseguir alcançar seu Propósito Maior. A maioria das almas vai para o Plano Astral quando morre, pois elas ainda não estão suficientemente evoluídas para viver no Plano Causal. Muitos Guias elevados são originários deste Plano Causal, ou mais além, como da Realidade Multidimensional. Para viver nestas outras dimensões, é necessário obter a Mestria das polaridades, e também um grau avançado de controle sobre as emoções e a mente, além da habilidade de utilizar energia.

Nem todas as entidades dos reinos elevados escolhem ser um Guia, assim como nem todos os seres humanos elegem ser um canal. Trabalhar nos planos elevados é tão variado como pode ser o trabalho que é feito aqui na Terra. Os guias são seres altamente habilidosos para transmitir energia desde a dimensão deles até a nossa.Seus guias te escolheram para trabalhar com eles, em função da similaridade de metas e propósitos.

A vibração deles é tão expandida e vasta, que reduzí-la a freqüências que você pode segurar em sua mente requer muita prática, habilidade e decisão. Eles têm que ajustar o processo deles de percepção, aos conceitos diferentes e compreensão nossa. Para se conectar conosco, eles têm que ser capazes de trabalhar com a energia e com os campos eletromagnéticos, a níveis refinados e sutis.Isso requer uma imensa quantidade de energia, desde o plano deles até o nosso e isso é feito, quase sempre, através do amor puro e da devoção que eles têm pela Humanidade, com o fim de transmitir suas idéias elevadas.

A vibração deles é tão expandida e vasta, que reduzí-la a freqüências que você pode segurar em sua mente requer muita prática, habilidade e decisão. Eles têm que ajustar o processo deles de percepção, aos conceitos diferentes e compreensão nossa. Para se conectar conosco, eles têm que ser capazes de trabalhar com a energia e com os campos eletromagnéticos, a níveis refinados e sutis.

Conforme você se acostumar a visualizar em planos de vibração elevada, logo serás capaz de ver seus Guias com claridade. Alguns vêem seus Guias como figuras conhecidas, tais como Cristo, Buda, ou anjos, que representam um grande amor e grande sabedoria para eles. Quando os Guias falam com você, outros dos Reinos Superiores têm que ajudar nesta conexão, amplificando a energia dos Guias, já que sua substância é tão fina, que eles necessitam esse foco e essa ampliação para chegar até você.

Os Guias podem aparecer ante seu olho interno, com nacionalidades diferentes, ou com roupas próprias de seu país de origem. Alguns vêem seus Guias como luz. Outros os percebem como som, e outros como aberturas no coração.Se, pela natureza de seu trabalho, desejam tomar uma forma que manifeste qualidades suaves, então escolheram uma forma feminina. Os Guias podem aparecer como homem ou mulher, apesar de que nos reinos de pura energia não exista a polaridade, e assim, eles realmente não são homens, nem mulheres. Os Guias escolherão uma entidade mais de acordo com o que eles vieram fazer aqui. Uma que lhes ajude a relacionar-se mais fácilmente contigo.

Existem tantas identidades para os Guias, como as que existem para as pessoas. Sendo assim, fique alerta e más receptivo para qualquer forma ou aparência com a qual o seu Guia se apresente a você, seja ele ou ela. Geralmente, o Guia que deseja representar o papel masculino tomará então uma aparência masculina. Alguns adotarão a aparência de uma vida anterior que tenham vivido na Terra, e até podem usar o mesmo nome.

Algumas entidades de outras dimensões pertencem ao mundo das essências, que está mais além de todas as formas. Estes deverão ser canalizados por pessoas que não estão preocupados com formas, com detalhes, ou que sejam específicos sobre sua vida e seu trabalho. Os que desejam lidar diretamente com energias, ou outros modos que envolvam experiências com a essência da energia, são os indicados. Alguns Guias são puramente intelectuais e gostam de distribuir novas idéias sobre Ciência, Lógica ou novos sistemas de pensamentos.

Alguns podem ser muito bons dando conselhos concretos, solucionando problemas ou te ajudando em sua vida diária. Outros são bons em te dar inspiração, conversas informativas, ou explicando verdades espirituais. Se você lhes fizer uma pergunta que está fora da especialidade deles, eles buscarão esta informação e a trarão até você. Mesmo nos níveis mais elevados, os Guias têm diversos talentos e áreas de extrema habilidade, como você nessa Terra. Se estás buscando conselhos específicos destes Guias sobre aonde viver, ou que negócio fazer, tavez você fique decepcionado. Por outro lado, se desejas trabalhar com a energia, através do toque, ou algum trabalho com o corpo, eles poderão te ajudar a produzir resultados surpreendentes. Se você quer trabalhar com a natureza da realidade, eles serão capazes de te dar grandes explicações.

Alguns Guias são chamados de “Seres de Luz” porque eles trabalham com a luz e utilizam a linguagem da luz. Não pense que por canalizar um Guia, estarás capacitado a fazer tudo. Os Guias te escolhem porque você está mais alinhado com a informação que eles querem trazer à Terra. De modo geral, tudo o que você tem desejado fazer, ou já está fazendo na sua vida, continuará a desenvolver-se com a ajuda de seu Guia.

Alguns têm sido denominados Seres de Luz, porque eles trabalham com um espectro da luz e utilizam a linguagem da luz, transmitindo os impulsos do pensamento, diretamente para as almas daqueles com quem trabalham. Estes Seres de Luz são capazes de navegar na Quarta Dimensão, tanto quanto na Quinta ou em outras Dimensões mais elevadas.Muitos Guias de níveis elevados são quase energia pura. Evoluíram seus espíritos e se tornaram um facho de luz.

Grandes professores existem em todos os planos da realidade. É muito importante saber que seu Guia é bastante habilidoso e capaz, assim como estar comprometido a ajudar em seu crescimento espiritual. São tantos os lugares de onde podem vir os Guias, que é melhor não se preocupar com isso, e assim não fazer nenhuma diferenciação entre eles, pois todos eles trabalham por para o seu bem maior. Almas de todos os níveis de mestria podem existir, em todas as Dimensões.As entidades podem vir de distintas dimensões e se encontrar em níveis diferentes dentro de sua própria evolução.

Guias elevados vêm para iluminar teu caminho. Seu único desejo será seu bem total. Eles estão aqui para ajudar em coisas como: Se recordar de quem era, se livrar de seus medos, aprender a se amar e a amar á todos os demais. Eles vêm para aumentar sua alegria e para te ajudar em teu crescimento pessoal e em seu trabalho na Terra.
Guias elevados são fonte de encaminhamento, claridade e direção. Pensamos que todos têm a habilidade de reconhecer um Guia que não é elevado. Quando conheces alguém, tens imediatamente a noção de quão sábias e amáveis elas são. Você sabe se sente bem ao lado dela, ou não. Com um Guia, você pode utilizar o mesmo julgamento que utiliza com as pessoas. Você tem a habilidade de reconhecer a sabedoria. A verdade se sente, como se você já soubesse.

Os Guias elevados podem te mostrar alguma coisa que não está funcionando na sua vida, mas farão isso de um modo que você se sinta com forças e capaz de resolver seus próprios problemas.Guias elevados nem te assustam, nem tampouco elevam seu ego. Eles não elogiam, ainda que aplaudam seu progresso. Eles criam uma noção de percepção mais expandida em todos seus temas e te conferem uma maior visão interior. Eles te animam a usar sua própria sabedoria e discernimento, mais que seguir cegamente eles te dizem. Eles nunca vão te dizer que você deve fazer alguma coisa, ou em tentar determinar um resultado direto para sua vida pessoal.Eles te ajudam e encorajam a desenvolver e utilizar sua própria força interior e sua sabedoria. Eles não te animarão a ceder seu próprio poder e força para eles. Os Guias elevados, em geral, são humildes e sabem que a verdade deles não é a única. Eles podem sugerir e te ajudar a tomar suas próprias decisões.

O seu Guia lhe deixará expandido e animado, dentro do que você é. Eles te ajudam e fortalecem, para que possas te ver de um modo expandido e novo. Eles te ajudam e encorajam a desenvolver e utilizar sua própria força interior e sua sabedoria. Eles não te animarão a ceder seu próprio poder e força para eles. Os Guias elevados, em geral, são humildes e sabem que a verdade deles não é a única. Eles podem sugerir e te ajudar a tomar suas próprias decisões. Os Guias elevados podem te mostrar alguma coisa que não está funcionando na sua vida, mas farão isso de um modo que você se sinta com forças e capaz de resolver seus próprios problemas. Os Guias elevados raramente prevêem acontecimentos futuros. Quando o fazem, é somente porque a informação é útil para seu crescimento, ou para o bem da Humanidade. Se você receber uma informação de outra pessoa através de seu Guia , e isso fez com que esta pessoa se sinta inferior ou mal consigo mesmo, então você não estava com seu Guia elevado.

Os Guias elevados somente falam bem dos demais e das coisas, sempre positivamente, porque a natureza deles está sempre permeada por amor e bondade. Os Guias elevados têm o seu Propósito Maior como sua principal preocupação.


Os Guias elevados se expressam com precisão e dizem muito, com poucas palavras.

Eles ensinam a tolerância e animam a perdoar. Seus conselhos são práticos e seguem o bom senso. Qualquer passo que eles aconselhem, serão úteis e beneficiosos para a vida das pessoas.

Se você está indo em direção a algo que te ensine uma lição, ainda que difícil, eles poderão te mostrar caminhos mais agradáveis para aprender a mesma coisa. Por outro lado, se persistes em teu caminho original, eles não te impedirão. É sua a decisão de aprender através da dor e da luta, ou com graça e suavidade. Os Guias elevados não tirarão isso de você. Você pode pedir ao seu Guia que te mostre as lições que você veio aprender aqui. Mas eles vão permitir que você siga na mesma situação, se é o que desejas

segunda-feira, 24 de outubro de 2011




"A fé é um salto no escuro
para os braços de DEUS
Quem não tem fé não salta,
e não é abraçado
Fica apenas no escuro..."


Adorei as Almas


A figura do Preto-Velho é um símbolo magnífico. Ela representa o espírito de humildade, de serenidade e de paciência que devemos ter sempre em mente
para que possamos evoluir espiritualmente.


Certa vez, em um centro em Porto Alegre, um senhor consultando-se com um Preto-Velho comentou que ficava muito triste ao ver no terreiro pessoas unicamente
interessadas em resolver seus problemas particulares de cunho material,
usando os trabalhos de Umbanda sem pensar no próximo e, só retornavam ao
terreiro, quando estavam com outros problemas.


O Preto-Velho deu uma baforada com seu cachimbo e respondeu tranquilamente: “Sabe filha, essas pessoas preocupadas consigo próprias, são escravas do
egoísmo. Procuramos ajudá-las, resolvendo seus problemas; mas, aquelas
que podem ser aproveitadas, depois de algum tempo, sem que percebam,
estarão vestidas de roupa branca, descalças, fazendo parte do terreiro.
Muitas pessoas vem aqui buscar lã e saem tosqueadas; acabam nos ajudando
nos trabalhos de caridade”. Essa é a sabedoria dos Pretos-Velhos!…


Os Pretos-Velhos levam a força de Deus (Zambi) a todos que queiram aprender e encontrar uma fé. Sem ver a quem, sem julgar, ou
colocando pecados.
Mostrando que o amor a Deus, o
respeito ao próximo e a si mesmo, o amor próprio, a próprio, a força de
vontade de encarar o ciclo da reencarnação podem aliviar os sofrimentos
do karma e elevar o espírito para a luz divina. Fazendo com que as
pessoas entendam e encarem seus problemas e procurem suas soluções da
melhor maneira possível dentro da lei do dharma e da causa e efeito.


Eles aliviam o fardo espiritual de cada pessoa fazendo com que ela se fortaleça espiritualmente. Se a pessoa se fortalece e cresce
consegue carregar mais comodamente o peso de seus sofrimentos
.
Ao passo que se ela se entrega ao sofrimento e ao desespero enfraquece e
sucumbe por terra pelo peso que carrega.


Então cada um pode fazer com que seu sofrimento diminua ou aumente de acordo como encare seu destino e os acontecimentos de sua vida: “Cada um colherá aquilo
que plantou. Se tu plantaste vento colherás tempestade.
Mas,
se tu entenderes que com luta o sofrimento pode tornar-se alegria vereis
que deveis tomar consciência do que foste teu passado aprendendo com
teus erros e visando o crescimento e a felicidade do futuro. Não
sejais egoísta, aquilo que te fores ensinado passai aos outros e aquilo
que recebeste de graça, de graça tu darás. Porque só no amor, na
caridade e na fé é que tu podeis encontrar o teu caminho
interior, a luz e DEUS”

domingo, 16 de outubro de 2011

Doenças Psicossomáticas


Quando perguntaram para certo Orixá sobre doenças psicossomáticas,
se essas realmente existem e se é verdade que a mente do ser humano é capaz de causar
doenças físicas mesmo sem o real intento, este responde:
"Quando a boca cala...  o corpo fala!
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
O coração infarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Preste atenção!   O plantio é livre, a colheita, obrigatória...
preste atenção no que você está plantando, pois será  a mesma coisa que irá colher!

(Menssagem enviada por Denise)

Reunião das Trevas


O Chefe dos Espíritos das Trevas convocou uma Convenção Mundial de obsessores.
Em seu discurso de abertura, ele disse:
"Não podemos impedir os cristãos de irem aos seus templos.
Não podemos impedi-los de ler os livros e conhecerem a verdade.
Nem mesmo podemos impedi-los de formar um relacionamento íntimo com os Espíritos Elevados e Jesus.
E, uma vez que eles ganham essa conexão com os Espíritos Elevados e Jesus, o nosso poder sobre eles está quebrado.
Então vamos deixá-los ir para seus Centros Espíritas e suas igrejas, vamos deixá-los com os almoços e jantares que neles organizam, MAS, vamos roubar-lhes o TEMPO que têm, de maneira que não sobre tempo algum para desenvolver um relacionamento elevado.
O que quero que vocês façam é o seguinte" — disse o obsessor-chefe:
Distraia-os a ponto de que não consigam aproximar-se de Jesus e dos espíritos superiores."
Como vamos fazer isto? Gritaram os seus asseclas.
Respondeu-lhes:
"Mantenham-nos ocupados nas coisas não essenciais da vida e inventem inumeráveis assuntos e situações que ocupem as suas mentes.
Tentem-nos a gastarem, gastarem, gastarem, e tomar emprestado, tomar emprestado...
Persuadam as suas esposas a irem trabalhar durante longas horas, e os maridos a trabalharem de 6 à 7 dias por semana, durante 10 à 12 horas por dia, a fim de que eles tenham capacidade financeira para manter os seus estilos de vida fúteis e vazios.
Criem situações que os impeçam de passar algum tempo com os filhos.
À medida que suas famílias forem se fragmentando, muito em breve seus lares já não mais oferecerão um lugar de paz para se refugiarem das pressões do trabalho.
Estimulem suas mentes com tanta intensidade que eles não possam mais escutar aquela voz suave e tranquila que orienta seus espíritos.
Encham as mesinhas de centro de todos os lugares com revistas e jornais.
Bombardeiem as suas mentes com noticias, 24 horas por dia.
Invadam os momentos em que estão dirigindo, fazendo-os prestar atenção a cartazes chamativos.
Inundem as caixas de correio deles com papéis totalmente inúteis, catálogos de lojas que oferecem vendas pelo correio, loterias, bolos de apostas, ofertas de produtos gratuitos, serviços, e falsas esperanças.
Mantenham lindas e delgadas modelos nas revistas e na TV, para que os maridos acreditem que a beleza externa é o que é importante e eles se tornarão mal satisfeitos com suas próprias esposas...
Mantenham as esposas demasiadamente cansadas para amarem seus maridos. Se elas não dão a seus maridos o amor que eles necessitam, eles então começarão a procurá-lo em outro lugar e isto, sem dúvida, fragmentará as suas famílias mais rapidamente.
Dê-lhes Papai Noel, para que se esqueçam da necessidade de ensinarem aos seus filhos, o significado real do Natal.
Dê-lhes o Coelho da Páscoa, para que eles não falem sobre a ressurreição de Jesus e a Sua mensagem sobre o pecado e a morte.
Até mesmo quando estiverem se divertindo, se distraindo, que seja tudo feito com excessos, para que ao voltarem dali estejam exaustos!
Mantenha-os de tal modo ocupados que nem pensem em andar ou ficar na natureza, para refletirem na criação de Deus. Ao invés disso, mande-os para Parques de Diversão, acontecimentos esportivos, peças de teatro banais, apresentações artísticas mundanas e à TV entorpecedora. Mantenha-os ocupados, ocupados.
E, quando se reunirem para um encontro, ou uma reunião espiritual, envolva-os em mexericos e conversas sem importância, principalmente fofocas, para que, ao saírem, o façam com as consciências comprometidas.
Encham as vidas de todos eles com tantas causas supostamente importantes a serem defendidas que não tenham nenhum tempo para buscarem a espiritualidade e Jesus.
Muito em breve, eles estarão buscando, em suas próprias forças, as soluções para seus problemas e causas que defendem, sacrificando sua saúde e suas famílias pelo bem da causa.
Isto vai funcionar!! Vai funcionar !!"
Os espíritos trevosos ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe, fazendo com que os cristãos, em todo o mundo, ficassem mais ocupados e mais apressados, indo daqui para ali e vice e versa, tendo pouco tempo para Deus e para suas famílias.
Não tendo nenhum tempo para contar a outros sobre a sublimidade e o poder do Evangelho de Jesus para transformar suas vidas.

Creio que a pergunta é: 
Teve o Obsessor chefe sucesso nas suas maquinações?


(Menssagem enviada por Denise)